Extração de Siso em Itajaí
Por Dra. Carolina Calegari · CRO-SC 21.250-IS
Atendimento na Praia Brava, em Itajaí (SC). Agendar consulta
Avaliação de sisos com dor, inclusos ou impactados, com planejamento individual e orientações para o pós-operatório.
Dra. Carolina Calegari
Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial · CRO-SC 21.250-IS
Graduada pela PUCPR (2009), com especialização pela ABO-PR (2011).
Atendimento na Praia Brava, em Itajaí (SC).
Como será seu atendimento
- Consulta para avaliar o siso e discutir se a extração é indicada.
- Análise de radiografia e, quando necessário, tomografia para planejar a cirurgia.
- Orientações por escrito e canal via WhatsApp para dúvidas no pós-operatório.
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O que é Extração de Siso?
A extração de siso é o procedimento cirúrgico que remove os terceiros molares — os últimos dentes a erupcionar na arcada, geralmente entre o final da adolescência e o início da vida adulta. Por surgirem quando o restante da dentição já está posicionado, os sisos frequentemente não encontram espaço suficiente, ficam parcialmente erupcionados ou permanecem retidos no osso e na gengiva.
Quando isso acontece, o siso pode causar sintomas (dor, inchaço, mau hálito) ou problemas silenciosos que só aparecem em radiografia, como cistos, reabsorção do dente vizinho e cáries de difícil acesso. Em outros casos o siso está bem posicionado e funcional, e pode ser apenas acompanhado.
A indicação ou não da extração depende sempre de uma avaliação clínica e de imagem individualizada. A Dra. Carolina Calegari, cirurgiã buco-maxilo-facial, realiza esse planejamento com foco em segurança, conforto e na preservação das estruturas vizinhas — incluindo o nervo alveolar inferior, o seio maxilar e os dentes adjacentes.
Quando o Siso Precisa Ser Extraído
A decisão sempre passa por avaliação clínica + radiografia (e tomografia, quando indicado). Os cenários mais comuns que motivam a indicação cirúrgica incluem:
Siso com Dor, Inchaço ou Pericoronarite
Sisos parcialmente erupcionados podem favorecer o acúmulo de alimentos e biofilme, com inflamação da gengiva ao redor — quadro chamado de **pericoronarite**.
Os sintomas podem incluir dor local, inchaço, mau hálito, gosto ruim e dificuldade para abrir a boca ou engolir. Episódios repetidos justificam avaliação para decidir entre controle clínico, acompanhamento e extração.
Siso Impactado ou Retido
Quando o dente não consegue erupcionar e permanece total ou parcialmente coberto por osso e gengiva, ele é classificado como impactado ou retido.
Mesmo sem sintomas, sisos impactados podem pressionar a raiz do dente vizinho (causando reabsorção) ou estar associados a cistos e, mais raramente, lesões tumorais. Por isso o acompanhamento por imagem é importante.
Cárie ou Reabsorção do Dente Vizinho
Sisos mal posicionados criam regiões de difícil higienização, favorecendo cárie tanto no próprio siso quanto no segundo molar.
Quando o segundo molar começa a apresentar cárie distal ou sinais de reabsorção radicular pelo siso, a remoção costuma ser indicada para preservar o dente vizinho.
Indicação Ortodôntica
Em alguns planejamentos ortodônticos, a extração dos sisos é solicitada pelo ortodontista para evitar interferências na movimentação dentária ou para liberar espaço posterior. A indicação é sempre conjunta entre os profissionais.
Lesões Associadas em Imagem
Imagens radiográficas ou tomográficas podem revelar lesões periapicais, cistos foliculares ou alterações ósseas relacionadas ao siso. Conforme o diagnóstico, a remoção e o envio de material para análise histopatológica podem fazer parte do tratamento.
Tipos de Extração de Siso
Cada siso é único. A complexidade do procedimento depende do posicionamento do dente, da relação com estruturas anatômicas e da densidade óssea. De forma geral, a extração se enquadra em um destes perfis:
Extração Simples
Pode ser indicada quando o siso já erupcionou, com coroa visível e raízes acessíveis.
É realizada com anestesia local e manobras de luxação e remoção. A recuperação e os cuidados necessários variam entre pacientes.
Extração Cirúrgica (Siso Semi-incluso)
Quando o siso está parcialmente coberto por gengiva ou osso, pode ser necessário realizar uma incisão, remover parte do osso ou dividir o dente em fragmentos.
A técnica é escolhida para reduzir o trauma e proteger estruturas vizinhas, sem eliminar os riscos cirúrgicos.
Siso Totalmente Impactado
Sisos completamente recobertos por osso, em posição horizontal, mesioangular ou distoangular, exigem planejamento cirúrgico mais detalhado.
A técnica é definida com base em radiografia panorâmica e, quando indicado, tomografia computadorizada (cone beam) — exame que permite avaliar o dente em três dimensões e sua relação com estruturas vizinhas.
Siso com Proximidade do Nervo Alveolar Inferior
Em sisos inferiores próximos ao canal mandibular, a tomografia pode ser indicada para mapear a relação entre raízes e nervo, apoiar a escolha da estratégia e discutir os riscos específicos.
Em situações selecionadas, técnicas como a coronectomia (remoção apenas da coroa, mantendo as raízes) podem ser consideradas. A conduta é individualizada e definida na consulta.
Como é a Primeira Consulta
A primeira consulta tem como objetivo entender a queixa, examinar a região e avaliar, com apoio de imagens quando indicado, se a extração é apropriada e como planejá-la.
A avaliação inclui histórico de saúde, medicamentos em uso, episódios anteriores, exame clínico e análise das imagens. A tomografia pode ser solicitada em casos de posicionamento desfavorável ou proximidade com estruturas anatômicas relevantes.
Ao final, são discutidos diagnóstico, alternativas, riscos e etapas do procedimento. O plano cirúrgico, o tipo de anestesia e a estimativa de recuperação são individualizados e podem ser ajustados conforme a evolução.
Como é Realizada a Extração
O procedimento é realizado em ambiente clínico com protocolos de biossegurança. Na maioria dos casos utiliza-se anestesia local; sedação pode ser considerada após avaliação. A resposta à anestesia e os riscos são individuais.
A abordagem varia conforme o tipo de extração. Em sisos impactados ou semi-inclusos, pode ser necessário realizar uma incisão, remover parte do osso e dividir o dente em fragmentos, com técnica planejada para reduzir trauma às estruturas vizinhas.
Após a remoção, a área é limpa, irrigada e suturada quando necessário. O paciente recebe orientações por escrito e canal via WhatsApp para dúvidas no pós-operatório.
Pós-operatório: 24h, 72h e 1 Semana
A recuperação é parte do tratamento. Seguir as orientações pode ajudar a controlar desconforto e inchaço e a reduzir riscos, sem impedir todas as complicações. As recomendações variam entre pacientes:
Primeiras 24 horas
Período importante para a formação do coágulo no alvéolo, que contribui para a proteção local e a cicatrização.
- Manter pressão com gaze conforme orientado
- Repouso relativo, evitando esforço físico, sol forte e abaixar a cabeça
- Compressas frias externas na região operada
- Alimentação fria ou morna, líquida ou pastosa
- Evitar bochechos, cuspir com força e usar canudo
- Não fumar e evitar bebidas alcoólicas
Entre 24 e 72 horas
Inchaço e desconforto podem aumentar nesse período. Use somente os medicamentos prescritos e entre em contato se a evolução fugir do esperado.
- Manter compressas frias nas primeiras 48 horas
- Tomar analgésicos e demais medicamentos conforme prescrito
- Higiene oral cuidadosa, evitando a área operada
- Dormir com a cabeça levemente elevada
- Manter alimentação macia e em temperatura amena
Entre 3 e 7 dias
Em muitos casos o inchaço começa a ceder, mas a evolução varia. A cicatrização continua além da primeira semana e deve ser acompanhada conforme orientação.
- Reintroduzir alimentos sólidos macios conforme conforto
- Retomar gradualmente a higiene oral completa, com cuidado na área cirúrgica
- Retorno para avaliação e remoção de pontos, quando indicado
- Retorno gradual às atividades, conforme orientação
Sinais de Alerta
Procurar contato em casos de sangramento intenso e contínuo, dor que piora, febre persistente, inchaço progressivo ou alteração prolongada de sensibilidade. O WhatsApp pode apoiar a orientação inicial, sem substituir avaliação presencial ou atendimento de urgência quando indicados.
Diferenciais do Atendimento
O cuidado com extração de siso vai além do ato cirúrgico em si. A proposta da Dra. Carolina Calegari combina planejamento individualizado, técnica atualizada e acompanhamento próximo:
Planejamento por Imagem
Avaliação criteriosa de radiografia panorâmica e, quando indicado, tomografia computadorizada (cone beam) para mapear posicionamento e estruturas vizinhas antes de qualquer procedimento.
Anestesia Moderna e Conforto
Uso de técnicas anestésicas atuais e protocolos voltados para o conforto do paciente durante e após a cirurgia, com orientações claras sobre o que esperar.
Acompanhamento via WhatsApp
Contato no pós-operatório para dúvidas e orientação inicial. Fotos e mensagens não substituem exame presencial ou atendimento de urgência quando houver sinais de alerta.
Foco na Especialidade
Extração de siso é parte da rotina de uma cirurgiã buco-maxilo-facial. Casos simples, impactados e de maior complexidade são conduzidos dentro do escopo da especialidade.
Casos Comuns no Consultório
Cada paciente é único, mas alguns perfis se repetem com frequência. A descrição abaixo é apenas ilustrativa — a conduta real é sempre definida em consulta.
Paciente Jovem com Siso em Pré-erupção
Adolescentes e jovens adultos encaminhados pelo ortodontista ou pelo dentista clínico, geralmente sem sintomas. A radiografia mostra sisos em formação ou em início de erupção.
Nesses casos, avalia-se posicionamento, espaço disponível e relação com o dente vizinho para definir entre acompanhamento periódico ou extração preventiva, conforme a indicação clínica.
Adulto com Siso Impactado Assintomático
Pacientes que descobrem o siso impactado em exame de rotina, sem dor. A decisão é discutida considerando posicionamento, idade, risco de cisto, reabsorção do dente vizinho e dificuldade futura de extração.
Quando indicada, a remoção é planejada com calma, em momento favorável para a rotina do paciente.
Siso com Pericoronarite Recorrente
Pacientes com episódios repetidos de inflamação ao redor do siso parcialmente erupcionado, dor, mau hálito e dificuldade de higiene local.
Após controlar o quadro agudo, a extração pode ser considerada para reduzir o risco de recorrência e de danos ao dente vizinho.
Siso com Proximidade do Nervo Alveolar Inferior
Casos em que a radiografia panorâmica sugere proximidade entre as raízes do siso inferior e o canal mandibular. A tomografia pode ser indicada para mapear essa relação.
Riscos e alternativas são discutidos antes da decisão.
Artigos sobre este atendimento
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Perguntas frequentes
Toda pessoa precisa extrair os sisos?
Não. Sisos bem posicionados, funcionais, com boa higiene e sem sinais de problema na imagem podem ser apenas acompanhados. A indicação de extração depende sempre da avaliação clínica e radiográfica individual.
Dor no siso é sempre motivo para extração?
Nem sempre. A dor pode ter outras causas, como pericoronarite controlável, cárie ou pressão durante a erupção. A avaliação define se o caso pede tratamento clínico, acompanhamento ou cirurgia.
A extração de siso dói?
A anestesia local é utilizada para reduzir a dor durante a cirurgia, mas pressão, movimentação ou outras sensações podem ser percebidas e a resposta varia. No pós-operatório pode haver dor, inchaço e sensibilidade, manejados conforme orientação.
Quanto tempo dura uma extração de siso?
O tempo varia bastante conforme o tipo de extração e a posição do dente. Casos simples são mais rápidos; casos cirúrgicos de sisos impactados demandam mais tempo. A estimativa é dada na consulta, após o planejamento individual.
Posso extrair todos os sisos de uma vez?
Em alguns casos sim, em outros é mais seguro dividir em sessões. A decisão depende do posicionamento dos dentes, da complexidade prevista, da saúde geral do paciente e da rotina dele. Tudo é discutido na consulta.
Quantos dias preciso ficar afastado do trabalho?
Depende da complexidade do caso e do tipo de atividade. Em geral, casos simples permitem retorno em poucos dias; casos cirúrgicos podem exigir alguns dias a mais. A orientação é personalizada.
Quando preciso fazer tomografia antes da extração?
A tomografia computadorizada (cone beam) é solicitada principalmente em sisos impactados, em sisos próximos ao nervo alveolar inferior ou ao seio maxilar, e em casos com lesões associadas. Em sisos simples, geralmente a radiografia panorâmica é suficiente.
Existe risco de afetar o nervo do lábio?
Em sisos inferiores próximos ao canal mandibular existe risco de alteração de sensibilidade. Ela pode ser temporária ou persistente, e a necessidade de tomografia, as alternativas e o risco individual são discutidos na consulta.
Como é o acompanhamento depois da cirurgia?
Além das orientações por escrito, o acompanhamento conta com canal direto via WhatsApp para tirar dúvidas e avaliar sintomas no pós-operatório, complementando o retorno presencial quando necessário.
Existe alternativa à extração quando o siso está colado no nervo?
Em situações específicas, técnicas como a coronectomia (remoção apenas da coroa, com manutenção das raízes) podem ser discutidas. A indicação é restrita e depende da análise tomográfica e do contexto clínico.